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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Arte e Tecnologia!

Exposição faz obras interativas ganharem ruas e museus de SP!

As instalações do Festival Internacional de Linguagem Interativa (File) estão na rua, em plena Avenida Paulista. Caminhar pode virar brincadeira.


Quem disse que no Brasil não tem furacão? Tem em São Paulo. É um simulado que faz parte de um festival incrível que une arte e tecnologia. O Festival Internacional de Linguagem Interativa (File) discute o que é arte num mundo dominado pela tecnologia pelas imagens e pelas máquinas. As obras estão espalhadas ao longo da Avenida Paulista e também na galeria do Sesi-Fiesp. Tudo de graça.

Prepare os ouvidos e a imaginação. “Parece um som de avião. Outro som parece que você está no mato e está caçando”, relata Pedro de Carvalho Pissato, de 8 anos.
Em cada lugar, há um barulho diferente. Para a artista alemã Francisca Windisch, é um jeito de revelar os ruídos das cidades e dos meios de transporte. O cenário branco ganha contornos virtuais em preto e azul. É pura ilusão digital.
“Quando você passa, a tecnologia aparece, Talvez, se tivesse, não fosse tão bonito como a gente vê na tela” conta o estudante Victor Pereira.
Que tal ver artistas embalados a vácuo? “É uma sensação claustrofóbica, fechada e enclausurada, mesmo sendo transparente e claro assim”, descreve o engenheiro químico Daniel Galvão.
As instalações estão na rua também, em plena Avenida Paulista. Caminhar pode virar brincadeira. No mesmo local, há cadeiras na calçada e filme na tela. São curtas de animação. Simples e chique. “Antigamente era no cinema. Branco e preto e mudo ainda”, lembra a aposentada Gizeuda da Silva.
Na estação do metrô, pontinhos brilham quando se passa falando ao celular. Eles registram as ondas eletromagnéticas emitidas pelo telefone. “Estou falando com meu amigo na linha, mas já vou desligar. Fiquei com medo”, brinca o vendedor David Prado Souza.
No Festival Internacional de Linguagem Eletrônica, a arte é criada para ser tocada e vivenciada. “Acho que é importante interagir com a arte, porque às vezes a arte fica muito abstrata. A gente não consegue visualizar direito o que a artista quis passar para a gente”, opina a advogada Ana Carolina Sobral Dermendjian.
Se a pessoa der um sorriso, as mãozinhas dão tchau. É preciso silêncio. Isabella Moreira, de 11 anos, está se concentrando. Com a força do pensamento, ela cria várias imagens projetadas na parede. “Uma hora você se concentra em um ponto. Em outra, na música. É diferente. É uma coisa que te testa mesmo, você não faz ideia do quanto pode se concentrar”, conta a menina.
Outra obra parece uma membrana, É um globo cheio de hélio, e as pessoas vão jogando. A repórter e a menina Thais estão brincando com o globo, que vai riscando o teto. “Uma pintura, não sei, uma arte abstrata. Mas é bem legal. Imagina no final da exposição, vai estar uma camada bem grossa de carvão”, afirma a designer de moda Thaiz Fernandes.
Em outra obra, basta escrever uma palavra. “Conforme as letras, ela vai fazendo um movimento com o corpo”, diz Lucas Kovacic, de 10 anos. É uma dançarina e tanto. “Para conseguir fazer todas as letras, tem que treinar bastante”, acrescenta o menino.
Tem até simulação de fenômenos climáticos. Primeiro a pessoa fica sentada em uma poltrona. Parece que está na frente da sala assistindo à televisão. A máquina liga e três ventiladores começam a colocar para girar tudo o que está aqui dentro. A sensação é de estar dentro de um tornado. “É só experimentar e se divertir. É muito bom”, diz a veterinária Helena Batista.

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