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sexta-feira, 8 de julho de 2011

FLIP - 2011!

FLIP:
Festa Literária
Internacional de Paraty


Em Paraty, James Ellroy critica novas tecnologias e redes sociais (Flavio Moraes/G1)
James Ellroy é autor de livros como "Dália Negra"

Em Paraty, James Ellroy critica novas tecnologias e redes sociais!




8 de julho de 2011 - O escritor americano James Ellroy na FLIP! - Foto: Flavio Moraes/G1





“Quero me mudar para cá!”, 

diz James  Ellroy em Paraty 


Autor americano participou de coletiva com a imprensa nesta sexta.
Ele é considerado um dos principais nomes do romance policial.

Marcus Vinícius BrasilDo G1, em Paraty
O escritor americano James Ellroy (Foto: Flavio Moraes/G1)O escritor americano James Ellroy
(Foto: Flavio Moraes/G1)
Vestindo camisa florida e óculos redondos de aro metálico, o autor americano James Ellroy participou de entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira (8), em Paraty. Ele é um dos convidados da nona edição da Flip, onde promove "Sangue errante", e participa de debate no sábado (9).

Sarcástico, falando pausadamente, disparou contra novas tecnologias e redes sociais na internet. "Hoje todos se acham escritores: 'Oh, eu tenho um blog!' – dane-se você!" Ellroy se declarou um "analfabeto" no computador.

"Eu não uso Twitter, não uso Facebook, não tenho equipamento de TV", disse o americano, conhecido pelos romances policiais e considerado um dos maiores nomes da literatura noir. Algumas de suas obras, como "Dália negra", foram adaptadas ao cinema.

"Fiz por dinheiro. Com o que ganhei consigo viver aqui por três anos." Ellroy contou de seus planos de se mudar para Paraty: "Só preciso convencer minha namorada que as escolas daqui são melhores que as de Los Angeles", disse.

"Os americanos pensam que no Brasil só há mulheres peladas, esquadrões da morte de direita, salsa, sexo indiscriminado, nada de ar-condicionado... E quando você chega aqui é tão bonito." Só reclamou da longa viagem que fez dos Estados Unidos ao litoral fluminense, passando pelo Panamá e por cinco horas de estrada: “O carro era pequeno, sou alto."

Ele disse ainda que a música de Beethoven foi mais importante para seu trabalho que a leitura de outros autores. "A fluência da musica é abstrata, apaixonada... Costumam achar que sou sombrio, louco, mas gosto de pessoas."

Fonte:
http://g1.globo.com/flip/2011/noticia/2011/07/quero-me-mudar-para-ca-diz-james-ellroy-em-paraty.html



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