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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Nova biografia 
de Van Gogh 
diz que o pintor 
foi assassinado!

Autorretrato de Vincent van Gogh exposto de 9 de outubro de 2010 a
6 de fevereiro de 2011 em Roma (AFP/archives, Tiziana Fabi)

Dois escritores americanos, que estão lançando uma nova biografia de Vincent Van Gogh, defendem a tese de que o célebre pintor holandês não se suicidou, como se acreditava até então, mas foi assassinado.


Os autores afirmam ter reunido "provas de várias fontes diferentes, durante uma investigação".

Naifeh e White Smith, ganhadores do Prêmio Pulitzer em 1991 pela biografia do pintor Jackson Pollock, acabam de publicar "Van Gogh: The Life" ou "Van Gogh: a Vida", numa tradução literal, que vem causando comoção no mundo da arte, principalmente em Amsterdã, onde fica o maior museu dedicado ao famoso artista.

De acordo com os dois americanos, Van Gogh não teria morrido de um tiro disparado por ele mesmo contra o peito, em Auvers-sur-Oise, uma aldeia então frequentada por artistas, a 30 quilômetros de Paris, mas teria sido assassinado, por acidente ou deliberadamente, por dois adolescentes - os irmãos Secretan, que chegaram a dizer que o pintor havia roubado a arma deles.

O curador do Museu Van Gogh de Amsterdã, Leo Jansen, afirmou considerar a teoria "interessante", esclarecendo, no entanto, que os escritores "não encontraram novas evidências, simplesmente as reinterpretaram".


Van Gogh

No dia 27 de julho de 1890, Vincent van Gogh deixou o albergue Ravoux com seus pincéis e cavalete. Retornou cinco horas mais tarde, ferido, morrendo 30 horas depois, nos braços de seu irmão Theo, segundo a versão oficial.

De acordo com o depoimento da filha do dono do albergue, com 13 anos de idade, na época, Vincent van Gogh teria respondido "sim" à pergunta do médico sobre se ele teria se suicidado.

Para os autores Gregory White Smith e Steven Naifeh, o pintor teria respondido "sim" para proteger os irmãos Secrétan. "Mas por que protegê-los, se eles não paravam de aborrecê-lo, de contrariá-lo?", pergunta-se o curador.

"Se Vincent van Gogh tivesse morrido de velhice, aos 80 anos, em 1933, nadando na glória e com suas duas orelhas, ele não teria se tornado jamais o mito que é hoje", destacou o jornal holandês de esquerda De Volkskrant, em editorial.

"Suas psicoses, depressões, erros e as manifestações disso - uma orelha cortada, o suicídio - são uma parte integrante da história de Vincent van Gogh, tanto quanto seus ciprestes e campos de milho".


AFP


Fonte:




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